quinta-feira, 4 de agosto de 2011

PARÁBOLA DO CORPO HUMANO





PARÁBOLA DO CORPO HUMANO


ESQUECENDO-ME DAS COISAS QUE PARA TRÁS FICARAM PROSSIGO PARA O ALVO

...Faz mal a saúde. Libera.


Continuando nosso estudo no capítulo 12, vamos ler a partir do versículo 8.

1 Cor 12.8-31

Bem amigo é interessante notamos que a grande variedade, ou diversidade de dons concedidos aos crentes, não discrepava da unidade de Igreja. Pelo contrário assegurava-lhe esta unidade, visto como cada uma daquelas aptidões se destinava a prestar um serviço que era necessário na vida comum da igreja e ao seu crescimento.

Para ilustrar esta importante verdade, emprega a figura conhecida, ou parábola do corpo humano. Os escritores gregos tinham-na usado com freqüência, referindo-se ao estado ou corpo político. É de muito efeito o seu emprego aqui pelo apóstolo. A igreja é o corpo espiritual de Cristo.

De fato, Paulo chega a avançar mais, identifica a igreja com Cristo.

1 Cor 12.12

Não se podia declarar com maior ênfase a unidade da igreja cristã, como faz o apóstolo a seguir:

1 Cor 12.13

Até mesmo certas distinções aparentemente insuperáveis existente no mundo antigo, como a que havia entre os judeus e gentios, entre escravos e livres, desapareceram todas sob o influxo do Espírito de Deus, formando todos os cristãos um corpo por influência do mesmo espírito, que os levava a participar de uma vida comum.

Muita gente hoje em dia, emprega a frase batismo do espírito, para indicar uma nova experiência que é possível vir depois da conversão, ou para expressar novos aumentos de poder espiritual.

É provavelmente mais bíblico definir tais experiências com esta expressão: ENCHEI-VOS DO ESPÍRITO.

Pode a pessoa encher muitas vezes, porém batizar com o Espírito Santo, isto pode ocorrer apenas uma vez na vida da pessoa.

O batismo esta atividade inicial do Espírito pela qual o crente é levado a unir-se ao corpo único, indivisível de Cristo à saber a Igreja Cristã a qual todos os crentes pertencem.

Paulo mostra que a Igreja é um organismo vivo.  Tal qual o corpo humano. Muitos são os seus membros, mais cada qual é necessário à vida e ao bem estar de todos os demais. Perder qualquer um deles é mutilar o corpo.

Deve ser lembrado que o apóstolo está encarando aqui o problema particular daquela igreja. Os Coríntios exageravam o problema particular daquela lgreja. Os Coríntios exageravam realmente a importância de certos dons espirituais, particularmente ode falar línguas.

Os que não possuíam esses dons mais ambicionados, eram tentados a ficar descontentes, e a privar a igreja do seu serviço, que se não davam tanto na vista, também não deixavam de ser necessários com os outros.

Por outro lado, os que possuíam esses dons de maior sensação inclinavam-se, a monopolizar os lugares de maior evidência nas reuniões da Igreja, humilhando assim, afastando os outros que não podiam competir com eles com tanto brilho, com tanta importância.

Paulo, pois, corrige estas faltas, empregando assim a parábola do corpo humano.

Quão absurdo seria um membro, digamos o pé, ou a mão recusar a agir, como se não pertencessem ao corpo, só porque sua função diferia da função de outro?

Pois, é igualmente absurdo um membro da igreja desejar o dom que não tem, e recusar a prestar a igreja o serviço que está em suas mãos, e em suas forças realizar.

A segunda falta é rematada loucura, um órgão do corpo não pode desprezar os outros, declarando não precisar deles, porque, todos formamos, assim um só corpo, sejam bonitos ou feios, são partes integrantes do corpo, dependendo assim a saúde desta função regular de cada um.

É estultícia igualmente qualquer membro da igreja desprezar outros menos aquinhoados, supondo que a sua própria vida espiritual não vai sofrer se ele continuar menoscabando os que brilham menos, ou os que são menos admirados do que ele.

É óbvio que vale a pena citar estes princípios aplicar estes princípios a igreja de hoje. Mostra-nos eles, que é tolice invejar-nos dos dons que não temos, ou desdenhar os que não têm os nossos dons.

O apóstolo quer deixar bem gravado a sua doutrina de modo que no resto do capítulo, nós vemos de novo, os vários dons do Espírito, reforçando assim a mesma lição para os leitores.

A nova lista de dons difere algo da apresentada nos v. 8 a 10. Agora a ordem, não é ditada pela natureza íntima deles, de modo a se relacionarem com o intelecto, com a vontade, com as emoções, mais atende antes, a importância relativa deles na obra e na edificação da igreja.

Na dianteira vemos os apóstolos comissionados diretamente por Cristo, incumbidos da suprema tarefa de edificação da igreja.

Em segundo lugar vêm os profetas que recebiam revelações da parte de Deus, e cujo ministério era itinerante entre as igrejas.

Em terceiro lugar  MESTRES, que expunha a doutrina do Evangelho explicando-as, e aplicando-as suas verdades à vida prática.

Em quarto seguiam-se MINISTÉRIOS menos importantes como o da OPERAÇÃO DE MILAGRES, relacionando-se estes particularmente com a CURA DE DOENÇAS FÍSICAS. SOCORROS que ministravam aos pobres e órfãos aos enfermos e aos estrangeiros, ajudando-os em suas necessidades.

Em sétimo lugar GOVERNOS, aqueles que se encarregavam propriamente dos negócios eclesiásticos.

Em oitavo lugar, último lugar, como de menor importância, vinha VARIEDADES DE LÍNGUAS.

Esta ordem que são novamente apresentadas os dons espirituais deve ter valido como censura aos Coríntios, por desacato com que tratavam Paulo, desdenhando dos seus dons, e enaltecendo com as crianças, a aptidão espetacular de falar línguas, quando o apóstolo declara que todos eles são concessões soberanas de Deus, quer com isto ensinar que ninguém deixa de  ser necessário a vida da igreja, pelo menor que seja o dom que recebeu.

Este ensino, doutrina, é ainda reforçado, por nova enumeração dos dons, agora em forma de perguntas.

Como foi que Deus os distribuiu? Deu-os, todos a cada pessoa? Absolutamente não! Porque se o fizesse cada membro seria completo em si, e seria independente dos outros. Dar-se-ia neste caso a destruição do próprio corpo.

Paulo, pois, frisa esta segunda verdade:

NENHUM MEMBRO DA IGREJA SE BASTA A SI MESMO, por mais importante que sejam suas aptidões. Fica portanto bem esclarecida a dependência mútua dos membros da igreja, em vista dos seus diferentes dons e talentos, assim como não resta mais dúvida, quanto ao dever de cada um exercer com fidelidade o seu, seja este qual for.

Paulo, no entanto, termina esta dissertação, esta exposição aos seus leitores dizendo que:  PROCUREM ZELOSAMENTE OS MELHORES DONS.

Mais se eles são dádivas soberanas de Deus, como afirmou, esta exortação só9 pode ter o seguinte sentido: ACATANDO, VALORIZANDO OS DONS RECEBIDOS, E USANDO-OS COM FIDELIDADE, OS CRENTES PODEM ASSIM FICAR HABILITADOS A RECEBEREM MAIORES APTIDÕES, E SE TORNARÃO MAIS ÚTEIS NO EXERCÍCIO DAQUELES QUE JÁ POSSUEM.

Provavelmente Paulo com isto quer se referir aos dons, aos melhores dons, por exemplo, da PROFECIA, do ENSINO, o DOM DE MESTRE, com os quais se ocupará adiante no capítulo 14.

Antes porém, faz ele uma pausa, para se inserir uma imortal passagem sua, O CAMINHO SOBREMODO EXCELENTE (1 Cor 13), ou seja o método de conhecer e exercer todos os dons de uma maneira proveitosa.

Que é o caminho ou o método do amor conforme nós vemos no cap 13. O que significa isto para cada crente? Qual o sentido prático que este ensino tem para nós, para cada um de nós?

Esta parábola do corpo humano apresentada pelo apóstolo envolve todos os crentes como membros ativos e úteis no serviço de Cristo. diz ele no v.14.

1 Cor 12.14-16

E assim ouvinte, ninguém tem desculpa. Há responsabilidade para todos. O pé, não pode desculpar-se porque não é mão, nem o ouvido  porque não é olho.

Assim é o crente na igreja, jamais poderá dizer que não pertence ao corpo de Cristo, que é a igreja, porque não é o líder, porque não é um pastor.

O mais humilde crente é membro da igreja de Jesus faz parte do corpo. É importante, como importante é qualquer membro, ou parte do nosso corpo.

Já imaginou se houvesse em nossos membros uma greve, ou uma revolta, porque não estão assim satisfeitos com a função que possuem?

Seria terrível.

Alguns membros parecem que não tem muito valor, parece que não tem muita importância, mais como fariam falta se fosse, por exemplo, retirados do nosso corpo.

Dizem que o dedo grande do pé é uma das partes mais importantes do corpo. Sem o dedo grande do pé, não teríamos condição de equilíbrio. Seria difícil ficarmos de pé com segurança. Mas o dedo grande do pé fica escondido sempre dentro das meias ou do sapato não é verdade?

Um membro tão pequeno e tão oculto escondido dentro de uma meia e de um sapato tem importância tão grande.

Na igreja de Cristo vamos encontrar crentes que são muito importantes, que são o suporte espiritual da igreja e da obra de Deus no mundo.

Mais muitos deles ficam assim no anonimato, ninguém os vê, ninguém os conhece, eles não estão assim expostos aos olhos do público, não estão sendo visto pelos homens.

Conheço algumas igrejas onde aparentemente não há verdadeiros crentes de oração, de fé, de lealdade a Cristo. O trabalho continua de pé, não há grandes líderes, mais o trabalho prossegue.

É que por trás de tudo, estão os membros que são verdadeiros suportes da igreja. Se esses membros se retirarem a igreja pode fechar as portas.

Se o dedo grande do pé se rebelar-se conta o corpo, porque vive num lugar oculto, escondido, então o corpo todo sofreria, com tal rebelião do dedo grande.

Mais o dedo grande do pé, sabe que faz parte do corpo, e por isto reconhecido ou não o seu valor, ele continua desempenhando o seu grande papel.

Os membros ocultos devem reconhecer o seu grande papel no corpo da igreja de Cristo. E todos os líderes, devem olhar com profunda simpatia e amor, para todos aqueles que estão humildemente servindo a Cristo, dentro do seu corpo que é a igreja.

É a função de cada membro que torna a igreja unida. Há uma diversidade, pois os membros são vários mais todos eles trabalhando formam uma unidade perfeita. É o que Paulo diz principalmente nos v.17 a 20.

1 Cor 12.17-20

Aqui nós não encontramos nenhum monopólio, mais uma variedade. Não há monopólio de membro aqui, há uma variedade maravilhosa. Todos os membros possuem as suas atividades.

Já imaginou se o corpo todo fosse apenas olho? O que seria isso? Como você chamaria isso? Não seria horrível? Pois é isto que o apóstolo Paulo está dizendo. O corpo não pode ser apenas um membro, ou um órgão. Se o corpo fosse constituído apenas de um grande ouvido, por exemplo, sem haver, por exemplo, qualquer outro membro, como você chamaria isso?

Uma monstruosidade não é verdade? Um gigantesco ouvido seria uma monstruosidade. Assim, é bom que o corpo seja constituído de muitos membros, cada um com uma função. Isto torna o corpo normal, e poderíamos dizer perfeito.

Assim é a igreja. Uma igreja que fosse apenas constituída de um membro só seria uma monstruosidade. Daí porque devemos dar muito valor a todos os membros.

Todos são importantes e valiosos.

Depois o apóstolo nos mostra o outro aspecto que chamaríamos de mutualidade. Não há independência, mais mutualidade no corpo.

Não há divisão no corpo, a ponto de um membro dizer NÃO PRECISO DE TI. Não!... Todos precisam do outro. Existe uma cooperação mútua.

Todos nós precisamos uns dos outros na igreja, no trabalho de Deus. Ninguém pode se considerar independente. Ninguém pode dizer que não precisa da igreja, pois, se ele é membro da igreja como poderia dizer que não precisa da igreja?

Aqui o apóstolo está se referindo a membros visíveis a membros pessoas, a membros indivíduos todos nós fazemos parte da igreja visível e militante. É esta igreja, que o apóstolo esta se referindo aqui.

Não podemos dispensar a igreja, nem a igreja pode nos dispensar, pois o corpo visível de Cristo que é a igreja é formado de todos os membros verdadeiramente convertidos.

Até os mais humildes, são membros importantes do corpo.

Vejamos ainda os v.24 a 26, onde encontramos aquela parte que mostra a simpatia que deve haver entre os membros do corpo, mas os nossos membros nobres, não tem necessidade disto, contudo, Deus coordena o corpo, concedendo muito mais honra aqueles que menos tinha pra que não haja divisão no corpo.

Pelo contrário, cooperem os membros com igual cuidado em favor uns dos outros, de maneira que SE UM MEMBRO SOFRE, TODOS SOFREM COM ELE. E SE UM DELES É HONRADO, COM ELE TODOS SE REGOZIJAM.

Temos aqui prezado amigo, que os membros se solidarizam uns com os outros, edificam-se uns com os outros, na dor e na alegria.

O sofrimento de um é o sofrimento de todos.

Quando um dos membros do nosso corpo está enfermo, os outros membros estão contentes? Não!...O corpo todo sofre. Se temos um problema na mão, ou no pé, ou em qualquer outro membro, todo o corpo sofre, porque há assim uma união perfeita, uma solidariedade, uma simpatia completa entre os membros do corpo.

Assim é também na igreja deve haver uma solidariedade perfeita entre os membros da igreja. Quando um sofre todos sofrem. Quando um se alegra todos se alegram. Por isto Paulo diz: CHORAI COM OS QUE CHORAM, ALEGRAI COM OS QUE SE ALEGRAM.

Assim não há lugar para egoísmo dentro do corpo da Igreja de Cristo.

O v.23 merece a nossa atenção, pois, diz assim:  PELO CONTRÁRIO, OS MEMBROS DO CORPO QUE PARECEM SER MAIS FRACOS, SÃO NECESSÁRIOS.

E OS MEMBROS, QUE NOS PARECEM MENOS DIGNOS NO CORPO, A ESTES DAMOS MUITO MAIOR HONRA.

Aqui prezado amigo o apóstolo nos faz lembrar que muitas vezes os membros que menos contribuem para o bem estar do corpo, mais serviço precisam da parte dos que cuidam da igreja local.

A verdade é que cada membro de Cristo na sua vizinhança, nos é necessário, porque pode ajudar a completar o nosso serviço. O pé coopera com a mão, quando andamos para o nosso ponto de trabalho, pode receber de nós uma cooperação que desenvolve a nossa vida espiritual, e ao mesmo tempo promove a sua espiritualidade.

A harmoniosa cooperação de todos os membros de Cristo na vizinhança constitui um testemunho importante da unidade da igreja de Deus.

Acharíamos mais cômado talvez a reunião de todos os dons em uma só pessoa, mais o v. 28 diz:

1 Cor 12.28

Assim os dons são distribuídos em diversos membros da igreja. Todos podem participar, todos pode trabalhar, todos podem construir. Então esta é a riqueza da igreja. É a bênção da igreja, é que todos são usados por Deus, todos são importantes, todos são necessários, formando assim a grande unidade da igreja, nessa grande diversidade de dons de talentos de forças de habilitações.

Então é assim que a igreja cresce, é assim que a obra de Deus vai a frente.

Vamos pois respeitar uns aos outros, vmos pois admirar uns aos outros, e vcamos ver a iomportância uns dos ouytgros.

É por isso que Paulo diz que nós devemos considerar os outros superiores a nós mesmos. Porque todos são importantes, todos são necessários, todos são essenciais ao trabalho de Deus. E a igreja é realmente abençoada, a igreja é enriquecida, quando todos podem participar com os seus dons com os recursos que Deus mesmo lhes deu.

Então o trabalho de Deus não ser monopólio de uns poucos. O líder o pastor, os oficiais, tem que usar todos aqueles recursos, todos aqueles membros que a igreja tem de uma forma ou de outra.

Às vezes a pessoa é tão humilde é tão simples, parece ser tão insignificante para o trabalho, ninguém o vê, ninguém o reconhece, mais às vezes é exatamente este crente humilde, esse crente simples que representa um esteio para a igreja, que representa um sustentáculo, uma força para a igreja.

Poe ser que ele exerça, por exemplo, o ministério da oração. Então a oração é o poder da igreja. A oração é o poder que move a igreja, que mobiliza a igreja, que faz a igreja forte, que faz a igreja poderosa, que faz a igreja marchar. É através da oração.

Às vezes a gente olha o pregador, o pregador tem sempre uma grande mensagem, se apresenta ali diante  do povo diante do público, sempre nas reuniões, então as vezes o crente pensa que ele é a pessoa mais importante da igreja, que o grande sucesso da igreja depende exatamente desse pastor, ou desse líder.

Não quero dizer que o líder não seja importante. É importantíssimo, a gente sabe disto, a gente conhece pela própria palavra de Deus. Mas não nos enganemos pensando que seja o pastor, que seja o pregador a pessoa mais importante da igreja.  Às vezes é o crente mais humilde, às vezes é um crente simples, que é um homem piedoso, que é uma mulher piedosa, que vive orando como o pastor, para o pastor, que vive orando para o pregador, que vive orando pela igreja.

É como diziam sobre Mudhy, que teve um grande sucesso uma grande vitória no trabalho, em uma conferência que Fe, e depois se descobriu que tudo aquilo foi obra do Espírito Santo de Deus, em resposta a oração de uma mulher, uma mulher simples, de uma mulher que estava inclusive impossibilitada de ir a reunião porque estava doente, mais que já vinha orando por muito tempo em favor de Mudhy, e o Espírito Santo derramou bênção, e graça e poder, sobre aquela reunião conquistando muitas almas para  Cristo.

De forma que nós não podemos de fato avaliar a importância de cada membro, mais podemos dizer que todos eles são muito importantes para Deus.

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